o que não devíamos ter feito

 

O ambiente narrativo desencadeado por Whisner Fraga transmuta-se num caleidoscópio de sutilezas estilísticas, em que muitas vezes prescinde da linearidade ou da coerência das histórias (pois onde há caos não há estabilidade formal, mas ruptura), e toma as rédeas uma entidade que subverte toda a ordem estabelecida e anacrônica, que é a primazia de uma linguagem peculiaríssima e sofisticada.


Ronaldo Cagiano

Clique aqui para ler a resenha de Fernando Andrade sobre o livro o que devíamos ter feito.

"É muito interessante notar que o novo livro de contos do escritor e crítico literário, Whisner Fraga, O que devíamos ter feito, editora Patuá, inicie sua coletânea, exatamente, com um conto potencial de devires narrativos. Pois a partir dele, vamos ter uma espécie de interlocutor ouvinte, uma atenta analista que não sabemos se é uma personagem que interfere no enredo, ou uma atenta escuta do narrador."

Fernando Andrade | Jornalista e crítico de literatura.

Literatura & Fechadura